segunda-feira, 25 de maio de 2009

Projeto em Furnas



O video mostra um projeto desenvolvido em Furnas no Rio de Janeiro, no qual André Gracindo foi um participante ativo deste processo.

Este projeto foi sobre Saude, bem estar e Qualidade de Vida.

Foi Introduzida a prática esportiva como ação regular no Programa de Qualidade de vida no trabalho.
O grande diferencial deste projeto foi poder atuar a mesma ação, com baixo investimento e as mais variadas pessoas dentro da empresa, houveram partipantes desde Jardineiros até diretores.
Importante ressaltar que o esporte e atividade física foram apenas uma ferramenta para motivar, integrar as pessoas e também combater o sedentarismo na empresa.
O video é de baixa qualidade sem recursos tecnicos, porém o que importa são os depoimentos verdadeiros e espontâneos, sem seguir qualquer roteiro.






Cordialmente,





Marcio.

4 comentários:

patriciafcaram disse...

Fantástico!! Parabéns pelo trabalho, André. O esporte mostra, mais uma vez, a sua força...união, integração, objetivos em comum, determinação e vontade.
Em torno de um só objetivo: saúde, foi possível unir diferentes pessoas, de setores completamente distantes e que passaram a ter algo em comum.
Esse projeto deveria ser "copiado" por todas as empresas, afinal "barriguinha" não é sinônimo de competência, aliás...nunca foi!!!
Patricia Caram

Marcio Augusto disse...

Patricia, eu iria além, eu gostaria de levantar um questionamento. Qual a razão de muitas empresas, sejam elas multinacionais, holdings, médias empresas, pequenas, micro, enfim, a razão do porque não promover qualidade de vida para os funcionários, integrar os funcionário hierarquicamente inferiores com os gerentes, diretores, pois é mais do que comprovado que um funcionário feliz com a seu emprego, com ambiente que a empresa tem, e com o que a empresa proporciona a ele como beneficio irá levá-lo a produzir mais e melhor.
Hoje existem bancos que limitam a hora de almoço a meros 15 minutos, aí fica outro questionamento, será que é benéfico para a saúde do funcionário e para a satisfação profissional não poder ter algo mínimo como um horário de almoço normal?
Em dias de capitalismo tão selvagem, onde fica a pessoa que o funcionário é? são tratados como pessoas ou apenas tratados como ferramentas para se obter lucratividade?

patriciafcaram disse...

Olá Márcio, acredito que a sua segunda pergunta seja a resposta. Infelizmente, a grande maioria das empresas querem resultado imediato, lucros sem limites, criando um ambiente altamente competitivo em relação a atividade funcional.
Não estão se importando com o lado humano, bem estar físico, muito menos o emocional, incluíndo o familiar e as relações pessoais do seu funcionário. Assim sendo, a preocupação com saúde fica para segundo, terceiro...plano.
Infelizmente, o perfil "barriguinha e pneus laterais" estão cada vez mais se espalhando e refletindo o verdadeiro "empresário brasileiro". O custo disso?? Muito caro....para nós, para nossa saúde, para nossas vidas. Para esse tipo de empresa, o funcionário é apenas mais um número de matrícula. Amanhã, esse funcionário será substituido por outro mais novo, magrinho, com mais pique, mais vontade de suar a camisa e ganhando bem menos, porém o futuro dele...nós sabemos qual será!!
Porém, acredito que nem tudo está perdido. Existem empresas que estão comprometidas com a saúde, bem estar fisico e emocional dos empregados. Participam ativamente de campanhas pela alimentação saudável, contra o fumo e fazem prevenção e acompanhamento psicologico contra o uso de drogas e bebidas alcoolicas. Existem, sim empresas que sabem que o seu maior capital...é o ser humano!! Ainda bem...

Anônimo disse...

Muito obrigado pelas considerações de vcs!
pessoas como vcs me fazem seguir em frente!

André